A Igreja recebe e venera, como inspirados, os 46 livros do Antigo e os 27 do Novo Testamento.
§ 138–144
Os quatro evangelhos ocupam um lugar central, dado que Jesus Cristo é o seu centro.
A unidade dos dois Testamentos deriva da unidade do plano de Deus e da sua Revelação. O Antigo Testamento prepara o Novo, ao passo que o Novo dá cumprimento ao Antigo. Os dois esclarecem-se mutuamente; ambos são verdadeira Palavra de Deus.
- 119II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Dei Verbum, 21: AAS 58 (1966) 827.
- 120Cf. .
Pela sua revelação, «Deus invisível, na riqueza do seu amor, fala aos homens como amigos e convive com eles, para os convidar e admitir à comunhão com Ele»1. A resposta adequada a este convite é a fé.
Ver também§ 1102
- 1II Concílio Vaticano, Const. dogm. Dei Verbum, 2: AAS 58 (1966) 818.
Ver também§ 2087
- 2II Concílio Vaticano, Const. dogm. Dei Verbum, 5: AAS 58 (1966) 819.
- 3Cf. ; 16, 26.
Obedecer (ob-audire) na fé é submeter-se livremente à palavra escutada, por a sua verdade ser garantida por Deus, que é a própria verdade. Desta obediência, o modelo que a Sagrada Escritura nos propõe é Abraão. A sua realização mais perfeita é a da Virgem Maria.