O pecado é um acto contrário à razão. Fere a natureza do homem e atenta contra a solidariedade humana.
§ 1872–1877
A raiz de todos os pecados está no coração do homem. As suas espécies e gravidade aferem-se, principalmente, pelo seu objecto.
Optar deliberadamente – isto é, sabendo e querendo – por algo gravemente contrário à lei divina e ao fim último do homem, é cometer um pecado mortal. Este destrói em nós a caridade, sem a qual a bem-aventurança eterna é impossível; se não houver arrependimento, tem como consequência a morte eterna.
O pecado venial constitui uma desordem moral, reparável pela caridade que deixa subsistir em nós.
A repetição dos pecados, mesmo veniais, gera os vícios, entre os quais se distinguem os pecados capitais.
A vocação da humanidade é manifestar a imagem de Deus e ser transformada à imagem do Filho único do Pai. Esta vocação reveste-se de uma forma pessoal, pois cada um é chamado a entrar na bem-aventurança divina. Mas diz também respeito ao conjunto da comunidade humana.
Ver também§ 355