A adopção filial, tornando-nos, pela graça, participantes da natureza divina, pode conferir-nos, segundo a justiça gratuita de Deus, um verdadeiro mérito. Trata-se de um direito derivante da graça, o direito pleno do amor que nos faz «co-herdeiros» de Cristo e dignos de obter a «herança prometida da vida eterna»64. Os méritos das nossas boas obras são dons da bondade divina65. «A graça precedeu; agora restitui-se o que é devido [...] Os méritos são dons de Deus»66.
Ver também§ 604