Não há limite nem medida para este perdão essencialmente divino129. Quando se trata de ofensas (de «pecados», segundo , ou de «dívidas» segundo ), de facto nós somos sempre devedores: «Não devais a ninguém coisa alguma, a não ser o amor de uns para com os outros» (). A comunhão da Santíssima Trindade é a fonte e o critério da verdade de toda a relação130. E é vivida na oração, sobretudo na Eucaristia131:
«Deus não aceita o sacrifício do dissidente e manda-o retirar-se do altar e reconciliar-se primeiro com o irmão: só com orações pacíficas se podem fazer as pazes com Deus. O maior sacrifício para Deus é a nossa paz, a concórdia fraterna e um povo reunido na unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo»132.
Ver também§ 1441