Na sua liturgia, a Igreja associa-se aos anjos para adorar a Deus três vezes santo194; invoca a sua assistência (como na oração "In paradisum deducant te angeli – conduzam-te os anjos ao paraíso" da Liturgia dos Defuntos195, ou ainda no «Hino querubínico» da Liturgia bizantina196, e festeja de modo mais particular a memória de certos anjos (São Miguel, São Gabriel, São Rafael e os Anjos da Guarda).
Desde o seu começo197 até à morte198, a vida humana é acompanhada pela sua assistência199 e intercessão200. «Cada fiel tem a seu lado um anjo como protector e pastor para o guiar na vida»201. Desde este mundo, a vida cristã participa, pela fé, na sociedade bem-aventurada dos anjos e dos homens, unidos em Deus.