O aprofundamento da fé na maternidade virginal levou a Igreja a confessar a virgindade real e perpétua de Maria162, mesmo no parto do Filho de Deus feito homem163. Com efeito, o nascimento de Cristo «não diminuiu, antes consagrou a integridade virginal» da sua Mãe164.
A Liturgia da Igreja celebra Maria “Aeiparthenos” como a «sempre Virgem»165
- 162II Concílio de Constantinopla, Sess.8ª Canon 6 : DS 427.
- 163Cf. São Leão Magno, Tomus ad Flavianum: DS 291; Ibid.: DS 294; Pelágio I, Ep. Humani generis: DS 442: Concílio e Latrão, Canon 3: DS 503; XVI Concílio de Toledo, Symbolum: DS 571; Paulo IV, Const. Cum quorumdam hominum: DS 1880.
- 164II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, 57: AAS 57 (1965) 61.
- 165II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, 52: AAS 57 (1965) 58.