Catecismo da Igreja Católica, § 1718 — A nossa vocação para a bem-aventurança
§ 1718
II. O desejo de felicidade
As bem-aventuranças respondem ao desejo natural de felicidade. Este desejo é de origem divina; Deus pô-lo no coração do homem para o atrair a Si, o único que o pode satisfazer:
«Todos nós, sem dúvida, queremos viver felizes, e não há entre os homens quem não dê o seu assentimento a esta afirmação, mesmo antes de ela ser plenamente enunciada»
«Como é então, Senhor, que eu Te procuro? De facto, quando Te procuro, ó meu Deus, é a vida feliz que eu procuro. Faz com que Te procure, para que a minha alma viva! Porque tal como o meu corpo vive da minha alma, assim a minha alma vive de Ti».
«Só Deus sacia».
Toda a gente quer ser feliz. Di-lo Agostinho: «Todos nós, sem dúvida, queremos viver felizes.» A questão é onde buscar essa felicidade: «Quando Te procuro, ó meu Deus, é a vida feliz que procuro. […] Tal como o meu corpo vive da minha alma, a minha alma vive de Ti.» As Bem-aventuranças respondem a esta sede.