Catecismo da Igreja Católica, § 674 — «De onde há-de vir a julgar os vivos e os mortos»
A vinda do Messias glorioso está pendente, a todo o momento da história, do seu reconhecimento por «todo o Israel», do qual «uma parte se endureceu» na «incredulidade» () em relação a Jesus. E Pedro quem diz aos judeus de Jerusalém, após o Pentecostes: «Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que os pecados vos sejam perdoados. Assim, o Senhor fará que venham os tempos de alívio e vos mandará o Messias Jesus, que de antemão vos foi destinado. O céu tem de O conservar até à altura da restauração universal, que Deus anunciou pela boca dos seus santos profetas de outrora» (). E Paulo faz-se eco destas palavras: «Se da sua rejeição resultou a reconciliação do mundo, o que será a sua reintegração senão uma ressurreição de entre os mortos?» (). A entrada da totalidade dos judeus na salvação messiânica, a seguir à «conversão total dos pagãos», dará ao povo de Deus ocasião de «realizar a plenitude de Cristo» (), na qual «Deus será tudo em todos» ().