Catecismo
Bíblia · ed. Ave Maria
Código de Direito Canónico
Cân.
Documento
Catecismo
§
Catecismo
§ –
Não foi possível carregar estes parágrafos.

§ 451, 668–677, 769, 1130, 1403, 2729–2733, 2817

451

A oração cristã é marcada pelo título de «Senhor», quer no convite à oração: «O Senhor esteja convosco», quer na conclusão da mesma: «Por nosso Senhor Jesus Cristo», quer ainda pelo grito cheio de confiança e de esperança: «Maran atha» («O Senhor vem!») ou «Marana tha» («Vem, Senhor!») (): «Amen, vem, Senhor Jesus!» ().

Ver também§ 2664–2665§ 2817

Continua em § 668–677

ARTIGO 7
«DE ONDE HÁ-DE VIR A JULGAR OS VIVOS E OS MORTOS»
I. «Voltará na sua glória»
CRISTO REINA, DESDE JÁ, PELA IGREJA...
668

«Cristo morreu e voltou à vida para ser Senhor dos mortos e dos vivos» (). A ascensão de Cristo aos céus significa a sua participação, na sua humanidade, no poder e autoridade do próprio Deus. Jesus Cristo é Senhor: Ele possui todo o poder nos céus e na Terra. Está «acima de todo o principado, poder, virtude e soberania», porque o Pai «tudo submeteu a seus pés»(). Cristo é o Senhor do cosmos605 e da história, N'Ele, a história do homem, e até a criação inteira, encontram a sua «recapitulação»606, o seu acabamento transcendente.

Ver também§ 450§ 518

  1. 605Cf. ; .
  2. 606Cf. .
669

Como Senhor, Cristo é também a cabeça da Igreja, que é o seu corpo607. Elevado ao céu e glorificado, tendo assim cumprido plenamente a sua missão, continua na terra por meio da Igreja. A redenção é a fonte da autoridade que Cristo, em virtude do Espírito Santo, exerce sobre a Igreja608. «O Reino de Cristo já está misteriosamente presente na Igreja»609, «gérmen e princípio deste mesmo Reino na Terra»610.

Ver também§ 792§ 1088§ 541

  1. 607Cf. .
  2. 608Cf. .
  3. 609Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, 3: AAS 57 (1965) 6.
  4. 610Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, 5: AAS 57 (1965) 8.
670

Depois da ascensão, o desígnio de Deus entrou na sua consumação. Estamos já na «última hora» ()611. «Já chegou pois, a nós, a plenitude dos tempos, a renovação do mundo já está irrevogavelmente adquirida e, de certo modo, encontra-se já realmente antecipada neste tempo: com efeito, ainda aqui na Terra, a Igreja está aureolada de uma verdadeira, embora imperfeita, santidade»612. O Reino de Cristo manifesta já a sua presença pelos sinais miraculosos613 que acompanham o seu anúncio pela Igreja614.

Ver também§ 1042§ 825§ 547

  1. 611Cf. .
  2. 612Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, 48: AAS 57 (1965) 53.
  3. 613Cf. .
  4. 614Cf. .
... À ESPERA DE QUE TUDO LHE SEJA SUBMETIDO
671

Já presente na sua Igreja, o Reino de Cristo, contudo, ainda não está acabado «em poder e glória» ()615 pela vinda do Rei à terra. Este Reino ainda é atacado pelos poderes do mal616, embora estes já tenham sido radicalmente vencidos pela Páscoa de Cristo. Até que tudo Lhe tenha sido submetido617, «enquanto não se estabelecem os novos céus e a nova terra, em que habita a justiça, a Igreja peregrina, nos seus sacramentos e nas suas instituições, que pertencem à presente ordem temporal, leva a imagem passageira deste mundo e vive no meio das criaturas que gemem e sofrem as dores do parto, esperando a manifestação dos filhos de Deus»618. Por este motivo, os cristãos oram, sobretudo na Eucaristia619, para que se apresse o regresso de Cristo620, dizendo-Lhe: «Vem, Senhor» ()621.

Ver também§ 1043§ 769§ 773§ 1043§ 2046§ 2817

  1. 615Cf. .
  2. 616Cf. .
  3. 617Cf. .
  4. 618Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, 48: AAS 57 (1965) 53.
  5. 619Cf. .
  6. 620Cf. 2 Pe 3. 11-12.
  7. 621Cf. ; .
672

Cristo afirmou, antes da sua ascensão, que ainda não era a hora do estabelecimento glorioso do Reino messiânico esperado por Israel622, o qual devia trazer a todos os homens, segundo os profetas623, a ordem definitiva da justiça, do amor e da paz. O tempo presente é, segundo o Senhor, o tempo do Espírito e do testemunho624 mas é também um tempo ainda marcado pela «desolação»625 e pela provação do mal626, que não poupa a Igreja627 e inaugura os combates dos últimos dias628. É um tempo de espera e de vigília629.

Ver também§ 732§ 2612

  1. 622Cf. .
  2. 623Cf. .
  3. 624Cf. .
  4. 625Cf. .
  5. 626Cf. .
  6. 627Cf. .
  7. 628Cf. ; 4, 3: .
  8. 629Cf. ; .
A VINDA GLORIOSA DE CRISTO, ESPERANÇA DE ISRAEL
673

A partir da ascensão, a vinda de Cristo na glória está iminente630 mesmo que não nos «pertença saber os tempos ou os momentos que o Pai determinou com a sua autoridade» ()631. Este advento escatológico pode realizar-se a qualquer momento632, ainda que esteja «retido», ele e a provação final que o há-de preceder633.

Ver também§ 1040§ 1048

  1. 630Cf. Ap 22. 20.
  2. 631Cf. .
  3. 632Cf. ; .
  4. 633Cf. .
674

A vinda do Messias glorioso está pendente, a todo o momento da história634, do seu reconhecimento por «todo o Israel»635, do qual «uma parte se endureceu»636 na «incredulidade» () em relação a Jesus. E Pedro quem diz aos judeus de Jerusalém, após o Pentecostes: «Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que os pecados vos sejam perdoados. Assim, o Senhor fará que venham os tempos de alívio e vos mandará o Messias Jesus, que de antemão vos foi destinado. O céu tem de O conservar até à altura da restauração universal, que Deus anunciou pela boca dos seus santos profetas de outrora» (). E Paulo faz-se eco destas palavras: «Se da sua rejeição resultou a reconciliação do mundo, o que será a sua reintegração senão uma ressurreição de entre os mortos?» (). A entrada da totalidade dos judeus637 na salvação messiânica, a seguir à «conversão total dos pagãos»638, dará ao povo de Deus ocasião de «realizar a plenitude de Cristo» (), na qual «Deus será tudo em todos» ().

Ver também§ 840§ 58

  1. 634Cf. .
  2. 635Cf. ; .
  3. 636Cf. .
  4. 637Cf. .
  5. 638Cf. ; .
A ÚLTIMA PROVA DA IGREJA
675

Antes da vinda de Cristo, a Igreja deverá passar por uma prova final, que abalará a fé de numerosos crentes639. A perseguição, que acompanha a sua peregrinação na Terra640, porá a descoberto o «mistério da iniquidade», sob a forma duma impostura religiosa, que trará aos homens uma solução aparente para os seus problemas, à custa da apostasia da verdade. A suprema impostura religiosa é a do Anticristo, isto é, dum pseudo-messianismo em que o homem se glorifica a si mesmo, substituindo-se a Deus e ao Messias Encarnado641.

Ver também§ 769

  1. 639Cf. ; .
  2. 640Cf. ; .
  3. 641Cf. ; 1 Ts 5. 2-3; 2 Jo 7; .
676

Esta impostura anticrística já se esboça no mundo, sempre que se pretende realizar na história a esperança messiânica, que não pode consumar-se senão para além dela, através do juízo escatológico. A Igreja rejeitou esta falsificação do Reino futuro, mesmo na sua forma mitigada, sob o nome de milenarismo642, e principalmente sob a forma política dum messianismo secularizado, «intrinsecamente perverso»643.

Ver também§ 2425

  1. 642Cf. Santo Ofício, Decretum de millenarismo (19 de Julho de 1944): DS 3839.
  2. 643Cf. Pio XI, Enc. Divini Redemtptoris (19 de Março de 1937): AAS 29 (1937) 65-106, condenando o «falso misticismo» desta «simulação da redenção dos humildes» (p. 69); II Concílio do Vaticano, Const. past. Gaudium et spes, 20-21: AAS 58 (1966) 1040-1042.
677

A Igreja não entrará na glória do Reino senão através dessa última Páscoa, em que seguirá o Senhor na sua morte e ressurreição644. O Reino não se consumará, pois, por um triunfo histórico da Igreja645 segundo um progresso ascendente, mas por uma vitória de Deus sobre o último desencadear do mal646, que fará descer do céu a sua Esposa647. O triunfo de Deus sobre a revolta do mal tomará a forma de Juízo final648, após o último abalo cósmico deste mundo passageiro649.

Ver também§ 1340§ 2853

  1. 644Cf. .
  2. 645Cf. .
  3. 646Cf. .
  4. 647Cf. .
  5. 648Cf. .
  6. 649Cf. 2 Pe 3. 12-13.

Continua em § 769–769

A IGREJA – CONSUMADA NA GLÓRIA
769

«A Igreja [...] só na glória celeste alcançará a sua realização acabada»185, aquando do regresso glorioso de Cristo. Até esse dia, «a Igreja avança na sua peregrinação por entre as perseguições do mundo e das consolações de Deus»186. Vivendo na terra, ela tem consciência de viver no exílio, longe do Senhor187 e suspira pelo advento do Reino em plenitude, pela hora em que «espera e deseja juntar-se ao seu Rei na glória»188. A consumação da Igreja – e através dela, do mundo – na glória, não se fará sem grandes provações. Só então é que «todos os justos, desde Adão, "desde o justo Abel até ao último eleito", se encontrarão reunidos na Igreja universal junto do Pai»189.

Ver também§ 671§ 2818§ 675§ 1045

  1. 185II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, 48: AAS 57 (1965) 53.
  2. 186Santo Agostinho, De Civitate Dei 18, 51 CSEL 40/2. 534 (PL 41. 614): cf. II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, 8: AAS 57 (1965) 12.
  3. 187Cf. ; II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, 6: AAS 57 (1965) 9.
  4. 188Cf. II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, 5: AAS 57 (1965) 8.
  5. 189II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, 2: AAS 57 (1965) 6.

Continua em § 1130–1130

V. Os sacramentos da vida eterna
1130

A Igreja celebra o mistério do seu Senhor «até que Ele venha» e «Deus seja tudo em todos»(; 15, 28). Desde a era Apostólica, a liturgia é atraída para o seu termo pelo gemido do Espírito na Igreja: «Marana tha!» (). A liturgia participa, assim, no desejo de Jesus: «Tenho ardentemente desejado comer convosco esta Páscoa [...], até que ela se realize plenamente no Reino de Deus» (). Nos sacramentos de Cristo, a Igreja recebe já as arras da sua herança e já participa na vida eterna, embora «aguardando a ditosa esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo» (). «O Espírito e a esposa dizem: "Vem!" [...] «Vem, Senhor Jesus!» ().

São Tomás de Aquino define assim as diferentes dimensões do sinal sacramental: «Sacramentum est et signum rememorativum eius quod praecessit, scilicet passionis Christi; et demonstrativum eius quod in nobis efficitur per Christi passionem, scilicet gratiae; et prognosticum, id est, praenuntiativum futurae gloriae – O sacramento é sinal rememorativo daquilo que o precedeu, ou seja, da paixão de Cristo; e demonstrativo daquilo que em nós a paixão de Cristo realiza, ou seja, da graça; e prognóstico, quer dizer, que anuncia de antemão a glória futura»48.

Ver também§ 2817§ 950

  1. 48São Tomás de Aquino, Summa theologiae, 3, q. 60, a. 3 c.: Ed. Leon. 12, 6.

Continua em § 1403–1403

1403

Na última ceia, o próprio Senhor chamou a atenção dos seus discípulos para a consumação da Páscoa no Reino de Deus: «Eu vos digo que não voltarei a beber deste fruto da videira, até o dia em que beberei convosco o vinho novo no Reino do meu Pai» ()247. Sempre que a Igreja celebra a Eucaristia, lembra-se desta promessa, e o seu olhar volta-se para «Aquele que vem» (). Na sua oração, ela clama pela sua vinda: «Marana tha» (), «Vem, Senhor Jesus!» (), «que a Tua graça venha e que este mundo passe!»248.

Ver também§ 671

  1. 247Cf. : Mc 14. 25.
  2. 248Didaké 10, 6: SC 248, 180 (Funk, Patres apostolici 1, 24).

Continua em § 2729–2733

II. A humilde vigilância do coração
PERANTE AS DIFICULDADES DA ORAÇÃO
2729

A dificuldade habitual da nossa oração é a distracção. Pode ter por objecto as palavras e o seu sentido, na oração vocal; mais profundamente, pode incidir sobre Aquele a Quem rezamos, na oração vocal (litúrgica ou pessoal), na meditação e na contemplação. Partir à caça das distracções seria cair nas suas ciladas; basta regressar ao nosso coração: uma distracção revela-nos aquilo a que estamos apegados e esta humilde tomada de consciência diante do Senhor deve despertar o nosso amor preferencial por Ele, oferecendo-Lhe resolutamente o nosso coração para que Ele o purifique. É aí que se situa o combate: na escolha do Senhor a quem servir18.

Ver também§ 2711

  1. 18Cf. .
2730

Positivamente, o combate contra o nosso eu, possessivo e dominador, consiste na vigilância, a sobriedade do coração. Quando Jesus insiste na vigilância, esta refere-se sempre a Ele, à sua vinda, no último dia e em cada dia: «hoje». O Esposo chega a meio da noite. A luz que não se deve extinguir é a da fé: «Diz-me o coração: "Procura a sua face"» ().

Ver também§ 2659

2731

Outra dificuldade, especialmente para os que querem rezar com sinceridade, é a aridez. Faz parte da oração em que o coração está seco, sem gosto pelos pensamentos, lembranças e sentimentos, mesmo espirituais. É o momento da fé pura, que se aguenta fielmente ao lado de Jesus na agonia e no sepulcro. «Se o grão de trigo morrer, dará muito fruto» (). Se a aridez for devida à falta de raiz, por a Palavra ter caído em terreno pedregoso, o combate entra no campo da conversão19.

Ver também§ 1426

  1. 19Cf. .
PERANTE AS TENTAÇÕES NA ORAÇÃO
2732

A tentação mais comum e a mais oculta é a nossa falta de fé. Exprime-se menos por uma incredulidade declarada do que por uma preferência de facto. Quando começamos a orar, mil trabalhos e preocupações, julgados urgentes, apresentam-se-nos como prioritários. É mais uma vez o momento da verdade do coração e do seu amor preferencial. Umas vezes, voltamo-nos para o Senhor como nosso último recurso: mas será que acreditamos mesmo n'Ele? Outras vezes, tomamos o Senhor como aliado, mas conservamos o coração cheio de presunção. Em todos os casos, a nossa falta de fé revela que ainda não temos as disposições de um coração humilde: «Sem Mim, nada podereis fazer» ().

Ver também§ 2609§ 2089§ 2092§ 2074

2733

Outra tentação, à qual a presunção abre a porta, é a acédia. Os Padres espirituais entendem por ela uma forma de depressão devida ao relaxamento da ascese, à diminuição da vigilância, à negligência do coração. «O espírito está decidido, mas a carne é fraca» (). Quanto de mais alto se cai, mais magoado se fica. O desânimo doloroso é o reverso da presunção. Quem é humilde não se admira da sua miséria; ela leva-o a ter mais confiança e a manter-se firme na constância.

Ver também§ 2094§ 2559

Continua em § 2817–2817

2817

Esta petição é o «Marana Tha», o clamor do Espírito e da esposa: «Vem, Senhor Jesus!»:

«Mesmo que esta oração não nos tivesse imposto o dever de pedir a vinda deste Reino, teríamos espontaneamente soltado este grito, com pressa de irmos abraçar o objecto das nossas esperanças. As almas dos mártires, sob o altar de Deus, invocam o Senhor com grandes gritos: "Até quando, Senhor, até quando tardarás em pedir contas do nosso sangue aos habitantes da terra?" (). Eles devem, com efeito, alcançar justiça, no fim dos tempos. Apressa, portanto, Senhor, a vinda do Teu Reino!»77.

Ver também§ 451§ 2632§ 671

  1. 77Tertuliano, De oratione, 5, 2-4: CCL 1, 260 (PL I, 1261-1262).
Por exemplo

Pesquisa em todo o texto do Catecismo · escreva várias palavras para refinar.

↑ ↓ navegar↵ abriresc fechar
Bíblia · ed. Ave Maria
Código de Direito Canónico
Cân.
Documento
Catecismo
§ –
Não foi possível carregar estes parágrafos.
Catecismo
§
Definições

Tema

Tamanho de letra

Os seus dados

Ainda não guardou nada neste aparelho. Ficam só aqui, sem conta. O Safari (iPhone, iPad e Mac) apaga-os se passar 7 dias sem abrir o sítio, a não ser que o tenha no ecrã principal: guarde uma cópia de vez em quando, e reponha-a noutro aparelho.

Contactos

Erros, sugestões ou dúvidas: catecismopt@gmail.com

Fontes e créditos

Catecismo — texto oficial · © Libreria Editrice Vaticana · vatican.va

Sagrada Escritura — Bíblia Sagrada, edição Ave Maria

Concílios e documentos papais · Santa Sé · vatican.va

Remissões marginais («Ver também») — os números que a edição típica do Catecismo põe à margem de cada parágrafo, a apontar para outros parágrafos sobre o mesmo tema. O vatican.va não os publica; vêm da transcrição da paróquia de St. Charles Borromeo (só números, sem texto).

Curso de doutrina católica em 10 sessões — aulas do Pe. Miguel Cabral · Oratório de São Josemaria
Vídeo e áudio pertencem ao Oratório; aqui só se liga a cada aula e se juntam as perguntas do Compêndio e os parágrafos do Catecismo.

Do Evangelho ao Catecismo — vídeos do iVangelho, um projecto da Paróquia de Monte Abraão · CC BY-NC 4.0
Com autorização. O vídeo, o título, a passagem e o desafio de cada domingo são do iVangelho. Cada vídeo diz quem o apresenta. Aqui junta-se o índice litúrgico do Catecismo.

Índice analítico e índice litúrgico · catecismo.net
Do catecismo.net vêm só os índices: que parágrafos correspondem a cada termo e a cada dia litúrgico. O texto é sempre o do vatican.va.

Sobre o catecismo.pt · Para grupos · Política de privacidade
Sem contas, sem cookies, sem rastreio. O que guarda fica no seu dispositivo.

Outros projectos

O texto do Catecismo, a Sagrada Escritura e as citações são os oficiais, copiados da fonte e conferidos um a um. Nada é inventado. Em alguns parágrafos há uma ajuda «Em palavras simples»: é uma explicação nossa, sempre assinalada como tal, por baixo do texto oficial.

Não sabemos quem é. Não há conta, nem registo, nem cookies, nem publicidade. Os marcadores, as notas e o progresso ficam só neste aparelho. Contamos as visitas de cada página, sem nada que identifique quem as faz. Os pormenores estão na política de privacidade.

Projecto sem fins lucrativos, de uso educacional.