Para lhe corresponder de modo adequado, exige-se:
– uma renovação permanente da Igreja, numa maior fidelidade à sua vocação. Essa renovação é a força do movimento a favor da unidade285;
– a conversão do coração, «com o fim levar uma vida mais pura segundo o Evangelho»286, pois o que causa as divisões é a infidelidade dos membros ao dom de Cristo;
– a oração em comum, porque «a conversão do coração e a santidade de vida. unidas às orações, públicas e privadas, pela unidade dos cristãos, devem ser tidas como a alma de todo o movimento ecuménico, e com razão podem chamar-se ecumenismo espiritual»287;
– o mútuo conhecimento fraterno288;
– a formação ecuménica dos fiéis, e especialmente dos sacerdotes289;
– o diálogo entre os teólogos, e os encontros entre os cristãos das diferentes Igrejas e comunidades290;
– a colaboração entre cristãos nos diversos domínios do serviço dos homens »291.
- 285II Concílio do Vaticano, Decr. Unitatis redintegratio,, 6: AAS 57 (1965) 96-97.
- 286II Concílio do Vaticano, Decr. Unitatis redintegratio, 7: AAS 57 (1965) 97.
- 287II Concílio do Vaticano, Decr. Unitatis redintegratio, 8: AAS 57 (1965) 98.
- 288II Concílio do Vaticano, Decr. Unitatis redintegratio, 9: AAS 57 (1965) 98.
- 289II Concílio do Vaticano, Decr. Unitatis redintegratio, 10: AAS 57 (1965) 99.
- 290II Concílio do Vaticano, Decr. Unitatis redintegratio, 4: AAS 57 (1965) 94; Ibid. 9: AAS, 57 (1965) 98: Ibid. 11: AAS 57 (1965) 99.
- 291II Concílio do Vaticano, Decr. Unitatis redintegratio,12: AAS 57 (1965) 99-100.