Parte 7 de 7 · 4 min de leitura
Quando corre mal
Corre mal a todos. O que conta é o que se faz a seguir.
Situações de todos os sábados
- A criança que não pára.
- Dê-lhe um lugar à sua frente, onde a veja bem, e uma tarefa: acender a vela, distribuir o papel, segurar a figura. Nunca a envergonhe à frente dos outros.
- A que nunca fala.
- Não force. Faça-lhe perguntas de escolha («Gostaste mais disto ou daquilo?») e, no fim, troque com ela duas palavras à vista dos outros, ou fale com os pais. Há quem participe só a ouvir.
- A pergunta a que não sabe responder.
- «Não sei. Vamos procurar juntos no Catecismo.» E procure mesmo, para a semana seguinte. Ensina mais do que uma resposta inventada.
- O adolescente que diz «eu não acredito».
- Agradeça a sinceridade e pergunte porquê. Não discuta para ganhar. Uma dúvida dita em voz alta é melhor do que uma dúvida escondida.
- O grupo que não colabora.
- Reveja o ritmo: quase sempre é conversa a mais e actividade a menos. Mude de actividade, levante-os, e retome as regras que combinaram juntos.
- Alguém conta uma coisa grave.
- Se uma criança ou jovem contar algo que indique perigo ou abuso, ouça com calma, não prometa guardar segredo e fale logo com o pároco ou o responsável da catequese. Siga as orientações de protecção de menores da sua diocese.
Dica Depois de um encontro difícil, escreva no caderno uma coisa a mudar. Só uma. Na semana seguinte, tente essa.